5 de agosto de 2011

XVI Festa do Colono - Hulha Negra RS

 


Luana Pereira, Lilian da Silva Kloppenburg e Andriessa Girotto,
Corte Oficial da Festa.

Nesta sexta-feira tem início a 16ª edição da Festa do Colono, realizada anualmente em Hulha Negra.
Acontece paralelamente a 14ª Mostra de Produtos Coloniais e a 11ª Mostra de Artesanato.
São três dias de mateada, festa, feira e atividades culturais, você confere abaixo a programação da Festa do Colono.

Local - Ginásio Municipal

Programação -

SEXTA-FEIRA
05 de Agosto

Mateada com a Erva Mate Rei Verde
20:00 Fandango com o grupo Musical os Quatro Irmãos


SÁBADO
06 de Agosto

Mateada com a Erva Mate Rei Verde
14:00 CTG Vento Xucro (Invernada Mirim)
15:00 Grupo de Dança Alemã Frideennau
16:00 CTG Vento Xucro (Invernada Juvenil)
17:00 Banda Marcial Professor Carlos Kluwe
18:00 Grupo de Dança da APAE Bagé
19:00 Getúlio Porto e Walace
20:00 Banda Livre
21:00 Banda Hangar 72
23:00 Baile com o Grupo Musical Querência


DOMINGO
07 de Agosto

09:00 Culto Ecumênico
12:00 Carreteiro Campeiro
Mateada com a Erva Mate Rei Verde
14:00 Abertura Oficial
15:00 Fanfarra da Brigada Militar
16:00 Orquestra Filarmônica da Igreja Batista
17:00 Grupo Tradição da América
18:00 Cia de Dança Edisom Silva
20:00 Hawai Show Banda


Participação no evento:

4 de agosto de 2011

Carta Maior: "Lideramos o ranking de ingestão de venenos"

Fonte: Site Carta Maior


Diante da alta de preço das commodities, o Brasil deve ser o primeiro lugar em arrecadação nas vendas de agrotóxicos, ultrapassando os Estados Unidos. Segundo dados da ONU, pelo menos dez variedades de agrotóxicos vendidos livremente aos agricultores no Brasil, não circulam na União Européia e nos EUA. Valmir Assunção
O nosso país está prestes a alcançar uma controversa liderança: diante da alta de preço das commodities, o Brasil deve ser o primeiro lugar em arrecadação nas vendas de defensivos agrícolas, ultrapassando os Estados Unidos. Estima-se um crescimento em 10% no mercado brasileiro, com vendas superiores a US$ 8 bilhões, aproximadamente R$ 12,4 bilhões.

As informações são da Radioagência NP. Segundo a reportagem, o mercado brasileiro registrou US$ 7,3 bilhões aproximadamente R$ 11,3 bilhões - em venda de agrotóxicos no último ano.

Dados da consultoria alemã Kleffmann mostraram que o Brasil teve um aumento do consumo de agrotóxicos de 1,5% entre 2004 e 2009, sendo que as lavouras em que se concentram as maiores vendas de agrotóxicos no Brasil são a de soja com 44%, seguida pelo algodão com 11%.

No mesmo período, os EUA reduziram seu consumo de venenos em 6%. Vale lembrar que os estadunidenses possuem uma área cultivada 50% maior que a brasileira e produz três vezes e meio mais grãos que a nós.

Como se não bastasse, segundo dados da Organização das Nações Unidas, pelo menos dez variedades de agrotóxicos vendidos livremente aos agricultores no Brasil, não circulam na União Européia e Estados Unidos. Ou seja, somos um dos principais destinos de venda de venenos que são proibidos em outros países.

A indústria de agrotóxicos no Brasil é poderosa e concentrada: Dominada por apenas 13 empresas, elas são responsáveis pela movimentação de cerca de US$ 48 bilhões ao ano no mundo e US$7,1 bilhões no Brasil. Em 2009, o país contava com 2.195 marcas de agrotóxicos registradas, relacionadas a 434 tipos de agrotóxicos. Naquele ano, foram vendidas 789.974 toneladas de defensivos.

Não existe uso seguro destes venenos em nosso País. Os agrotóxicos são impostos pelo agronegócio para a manutenção do latifúndio, à revelia dos impactos à saúde humana e para o meio ambiente. Mais de um bilhão de litros de venenos foram jogados nas lavouras, de acordo com dados oficiais. Doenças, reações alérgicas e até mesmo a morte de agricultores e consumidores de alimentos já são registrados em alguns Estados brasileiros.

Precisamos aumentar o quadro técnico de servidores da Anvisa, responsáveis pela fiscalização e avaliação destes venenos. Este órgão conta apenas com 23 técnicos e quatro gestores, quadro numérico que limita a atuação do Estado frente ao problema. Eles sofrem até da própria Justiça que cada vez mais interfere com ações judiciais impetradas por empresas fabricante de agrotóxicos contra a própria Anvisa e suas avaliações técnicas.

Como parlamentar, participo da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida. Precisamos estimular a agroecologia como alternativa e isso significa optar por outro modelo de desenvolvimento no campo brasileiro, que garanta alimentos saudáveis para a nossa população.

(*) Deputado federal (PT-BA), vice-líder do PT na Câmara e militante do MST.


Agrotóxico Mata!
Leia mais sobre o assunto.

2 de agosto de 2011

Vereadores da Bancada do PT Candiota visitam CIENTEC em Porto Alegre

Agenda na CIENTEC - Fundação de Ciência e Tecnologia

O vereador Valmir Cougo esteve no dia 27 de Julho, juntamente com o vereador João Couto, na CIENTEC – Fundação de Ciência e Tecnologia, em Porto Alegre, onde se reuniu com os senhores José Aloísio Kunzel, superintendente de produção; Dr. Geólogo Geraldo Mário Rohde, gerente do Departamento de Meio Ambiente e Oleg  Zwonok, geólogo e pesquisador do DEMAMB da CIENTEC.  
Os vereadores relataram a existência em Candiota de uma cooperativa organizada e registrada que gostaria de produzir tijolos cinza-cal, o que a CIENTEC já produz há algum tempo. 
Para tanto, os vereadores questionaram a possibilidade da CIENTEC auxiliar na criação de projeto que especifique as viabilidades técnicas do empreendimento como também na qualificação dos trabalhadores envolvidos diretamente com a produção. Ações que capacitarão a cooperativa a produzir tijolos e outros artefatos a partir da cinza.
O projeto buscaria como parceiros à CGTEE, CRM e outras empresas da região.
Foto: Site Cientec
Tanto o senhor  Geraldo Mário Rohde quanto o engenheiro Oleg Zwonok reforçam que temos em Candiota um excelente material que pode ser utilizado tanto para fabricar tijolos quanto na pavimentação, fabricação de meio-fio, dentre outros materiais que ainda estão em estudo.

 
“Temos cinza de sobra, diz  Dr. Geraldo, e essa cinza vai fora, e o que é pior, paga-se para ir fora um material que pode ser usado e transformado em fonte de renda para os integrantes da cooperativa, que não seriam os únicos a ganhar com esse empreendimento”.

Pensando nos princípios da sustentabilidade, o uso racional de todos os recursos a partir da extração do carvão parece ser uma prioridade.
A utilização da cinza na produção de tijolos representa  economia para a usina e ganho para a população. Segundo o Dr. Geraldo, estamos jogando fora um minério muito importante, que pode substituir, dentre outros elementos, a argila e a brita granulada.
O vereador Valmir Cougo sugeriu que se organizasse um seminário em Candiota onde a população obtivesse maiores informações sobre o assunto, abrindo espaço para uma discussão mais ampla que despertasse o interesse dos indivíduos e das empresas locais.
Por estarmos no maior polo energético do Brasil, o engenheiro Oleg sugere a criação de uma escola técnica que especialize a população para trabalhar com a cinza, tanto para produção de materiais de construção convencionais como alternativos.


CIENTEC
Fundação de Ciência e Tecnologia
Rua Washington Luiz, 675
Porto Alegre - RS, 90010-460
(051) 3287-2000

Por Sônia Adriana Moreira Marques