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11 de outubro de 2011

SAMU completa um mês de trabalho em Candiota

Fonte: Site Prefeitura


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FELIPE VALDUGA
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência completou um mês de atividades em Candiota no último dia 9 de outubro. Inédito até então no município, o SAMU já configura-se como uma importante e essencial ferramenta no atendimento de saúde na cidade.
Conforme dados da equipe de trabalho, nos primeiros 30 dias de atividades foram efetuados um total de 42 atendimentos. “Até agora os comentários que recebemos da população têm sido positivos. O que nos deixa muito contentes. O serviço está sendo bem aceito, o que é extremamente importante”, comemora a enfermeira responsável, Larissa Einhardt.
Ainda, de acordo com Larissa, todos os atendimentos prestados até o momento estão inseridos na lista de casos para os quais o SAMU é sistematizado para atender.
Em Candiota, o SAMU conta com uma ambulância e um espaço para a instalação dos funcionários. O local é próximo à Fundação Maria Anunciação Gomes de Godoy, na rua Pedro Coromberck, nº 135, na Vila Residencial. A meta do serviço, implantado em 9 de setembro, é reduzir o número de óbitos, o tempo de internação hospitalar e as possíveis sequelas da falta de atendimento.
Capacitação
Para a execução dos trabalhos, a equipe atuante – formada por cinco condutores e seis técnicos em Enfermagem – passou uma extensa formação antes de iniciar as atividades no município.
Segundo Larissa, o grupo de trabalho deve passar por capacitações contínuas, visando garantir atendimentos cada vez mais eficazes. “Nossa equipe vai passar por novos treinamentos ainda nesse mês, juntamente com as equipes do SAMU de outras cidades. É fundamental estarmos sempre nos atualizando, para melhor atender a população”, destacou.
Mais informação
Para a enfermeira, as pessoas ainda têm dúvidas quanto ao atendimento e a regulação. “Muitos ainda não sabem que o SAMU é regulado por Bagé, que a ligação cai em Bagé e não direto com a nossa equipe. Que ao ligar para o número 192, a pessoa vai estar falando com uma atendente, e logo após com o médico regulador, e que depende dele o envio ou não da equipe”, lembrou. Perante isto, ela aponta que ações de divulgação sobre o serviço, que já são realizadas, devem ser efetuadas de forma contínua – e intensificadas, caso necessário.
Larissa ressalta, ainda, que é fundamental que, ao efetuar a ligação - a pessoa responda todas as perguntas à atendente, porque dessa forma vai contribuir no atendimento. “Isso agiliza e melhora o atendimento prestado”, frisou.
Atendimentos
Serviço
Quantidade
Gestante
07
Acidentes
06
Hipertensão
03
Crise Nervosa
04
Crise Convulsiva
05
Problema Respiratório
05
Diabete
03
Alcoolismo
02
Queda
02
Hipotensão
01
Crise Renal
03
Trote
01

13 de agosto de 2011

Campanha Nacional Contra a Poliomielite


Em Candiota todos os postos de saúde estarão abertos neste sábado, das 8 às 17h sem fechar ao meio dia.
A primeira dose da vacina já fora administrada no mês de junho e a proteção contra a paralisia infantil só é atingida após tomar a segunda dose da vacina.

Na Vila Operária o posto para vacinação funcionará no Clube de Mães pois o posto de saúde encontra-se em reforma.

O público alvo são crianças até 5 anos.






Na tarde de sábado: 

Equipe empenhada em repetir a meta de vacinar  95% das crianças
do município;

Ainda na Vila Operária, diversão e saúde!





4 de agosto de 2011

Carta Maior: "Lideramos o ranking de ingestão de venenos"

Fonte: Site Carta Maior


Diante da alta de preço das commodities, o Brasil deve ser o primeiro lugar em arrecadação nas vendas de agrotóxicos, ultrapassando os Estados Unidos. Segundo dados da ONU, pelo menos dez variedades de agrotóxicos vendidos livremente aos agricultores no Brasil, não circulam na União Européia e nos EUA. Valmir Assunção
O nosso país está prestes a alcançar uma controversa liderança: diante da alta de preço das commodities, o Brasil deve ser o primeiro lugar em arrecadação nas vendas de defensivos agrícolas, ultrapassando os Estados Unidos. Estima-se um crescimento em 10% no mercado brasileiro, com vendas superiores a US$ 8 bilhões, aproximadamente R$ 12,4 bilhões.

As informações são da Radioagência NP. Segundo a reportagem, o mercado brasileiro registrou US$ 7,3 bilhões aproximadamente R$ 11,3 bilhões - em venda de agrotóxicos no último ano.

Dados da consultoria alemã Kleffmann mostraram que o Brasil teve um aumento do consumo de agrotóxicos de 1,5% entre 2004 e 2009, sendo que as lavouras em que se concentram as maiores vendas de agrotóxicos no Brasil são a de soja com 44%, seguida pelo algodão com 11%.

No mesmo período, os EUA reduziram seu consumo de venenos em 6%. Vale lembrar que os estadunidenses possuem uma área cultivada 50% maior que a brasileira e produz três vezes e meio mais grãos que a nós.

Como se não bastasse, segundo dados da Organização das Nações Unidas, pelo menos dez variedades de agrotóxicos vendidos livremente aos agricultores no Brasil, não circulam na União Européia e Estados Unidos. Ou seja, somos um dos principais destinos de venda de venenos que são proibidos em outros países.

A indústria de agrotóxicos no Brasil é poderosa e concentrada: Dominada por apenas 13 empresas, elas são responsáveis pela movimentação de cerca de US$ 48 bilhões ao ano no mundo e US$7,1 bilhões no Brasil. Em 2009, o país contava com 2.195 marcas de agrotóxicos registradas, relacionadas a 434 tipos de agrotóxicos. Naquele ano, foram vendidas 789.974 toneladas de defensivos.

Não existe uso seguro destes venenos em nosso País. Os agrotóxicos são impostos pelo agronegócio para a manutenção do latifúndio, à revelia dos impactos à saúde humana e para o meio ambiente. Mais de um bilhão de litros de venenos foram jogados nas lavouras, de acordo com dados oficiais. Doenças, reações alérgicas e até mesmo a morte de agricultores e consumidores de alimentos já são registrados em alguns Estados brasileiros.

Precisamos aumentar o quadro técnico de servidores da Anvisa, responsáveis pela fiscalização e avaliação destes venenos. Este órgão conta apenas com 23 técnicos e quatro gestores, quadro numérico que limita a atuação do Estado frente ao problema. Eles sofrem até da própria Justiça que cada vez mais interfere com ações judiciais impetradas por empresas fabricante de agrotóxicos contra a própria Anvisa e suas avaliações técnicas.

Como parlamentar, participo da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida. Precisamos estimular a agroecologia como alternativa e isso significa optar por outro modelo de desenvolvimento no campo brasileiro, que garanta alimentos saudáveis para a nossa população.

(*) Deputado federal (PT-BA), vice-líder do PT na Câmara e militante do MST.


Agrotóxico Mata!
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